
Ultimamente tenho visto uns preconceitos imensos de pessoas que se julgam muito inteligentes. Se uma pessoa faz algo diferente da demais ela é considerada um “mongolóide” como assim dito por um deles. Ao conversar com essas pessoas todas diziam mais ou menos a mesma coisa: “Bom, pode não ser “mongolóide”, mas deve ser muito triste para ele. E mais uma vez um confronto de pensamentos se iniciava. Um deles mencionou que uma pessoa que passa o dia estudando e não quer ir para uma balada, por exemplo, pode ter problemas mentais por isso. Um absurdo.
A meu ver a pessoa que deixa de dormir para passar a noite dançando e bebendo para aprimorar os conhecimentos é a pessoa mais normal possível. Eu saio para beber mais do que estudo, mas nem por isso considero aquela pessoa que não o faz triste pelo contrario ela adquiri conhecimento, tem coisa mais gratificante? A pessoa que está estudando olha para o cara da balada e pensa a mesma coisa: “Esse cara deve ser muito triste”, são estilos de vida, formas de pensar, nenhuma está certa ou errada é uma escolha.
O problema da sociedade, em particular os jovens, é que os que se dizem normais não aceitam que uma pessoa pode ser feliz e se satisfazer com coisas na qual não esta na moda ou não passa na televisão. Ou uma pessoa que não é considerada normal não aceita que pode haver felicidade no contrario. Nós deveríamos ter o direito de fazer o que bem entender. Jovens têm a mania de excluir da sociedade pessoas que são diferentes. Não por cor, religião ou deficiência física que são as que nós já sabemos que ocorre, mas sim por diferença de estilo de vida, lamentável. O futuro pede progresso e não conseguimos evoluir para conceitos tão básicos de pensamentos.
Obs: As pessoas mencionadas neste texto têm em média entre 15 e 20 anos.
Autor do texto Mario Rodrigues
http://mariojvr.blogspot.com/