
Ao teu olhar
que me consome como fogo de quaisquer infernos;
dar-lhe-ei meus segredos.
Tua carne posta fria e calma
Sobre um esquife de pau-santo;
consumida em meio aos vermes
E meus desejos adentram
às tempestades oscilando lá fora.
A chuva caindo grita uma canção.
Este vento secular, a dor de não estar contigo.
Um véu negro e pálido estampado em tua fronte...
Apenas lembranças mórbidas que se vão embora.
Nesta noite a lua que se escondedentre aquela canção,
Derrama lágrimas que rolam ao teu encontro.
Luiz De’Morowley
Imagens do google pesquisas.
que me consome como fogo de quaisquer infernos;
dar-lhe-ei meus segredos.
Tua carne posta fria e calma
Sobre um esquife de pau-santo;
consumida em meio aos vermes
E meus desejos adentram
às tempestades oscilando lá fora.
A chuva caindo grita uma canção.
Este vento secular, a dor de não estar contigo.
Um véu negro e pálido estampado em tua fronte...
Apenas lembranças mórbidas que se vão embora.
Nesta noite a lua que se escondedentre aquela canção,
Derrama lágrimas que rolam ao teu encontro.
Luiz De’Morowley
Imagens do google pesquisas.